Pesquise assuntos de seu interesse.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015



AMBIENTE

FLORESTA NO CHÃO.

Desmatamento e degradação

No Brasil, praticamente metade da floresta amazônica original já foi atingida. E o pior: boa parte da área desmatada foi abandonada.

-  A  A  +
Ilustração Raul Aguiar/Superinteressante

Estas informações fazem parte do infográfico produzido pela revista Superinteressante, que – junto com os infográficos Nossa água vem da Amazônia e Estamos ilhados  - integra a reportagem O Brasil secou. Para conferi-lo em formato de infográfico, clique aqui.


MÃE NATUREZA

Em 2005 e 2010, a Amazônia sofreu graves secas. Paradoxalmente, as árvores enviaram mais água à atmosfera. Elas foram buscar água nos lençóis freáticos, e trabalharam ainda mais para compensar o clima.

EFEITO QUEIMADA
Quando o solo da floresta seca além do limite, se torna inflamável. Até o fogo mais baixo consegue adentrar a mata, queimando as raízes superficiais e matando as árvores. Este trecho da floresta se torna degradado. O desmatado sofreu uma ação direta de derrubada.

PASTO E PLANTIO

O cultivo de soja e a criação de gado são os maiores causadores do desmatamento. 70% da área desmatada deu origem a pasto.

- Mais de 60% da Amazônia é brasileira. O restante da floresta está no Peru, Colômbia, Guiana e Suriname.
- 50 milhões de anos é a idade da floresta original
- Na Amazônia existem mais de 16 mil espécies de árvores. 11 mil são consideradas raras
- Em 40 anos, desmatamos 763 mil km². É como se, com uma motosserra, tivéssemos exterminado todo o território do Chile – e mais um pouco
- 24 bilhões foi o número de árvores exterminadas nos últimos 40 anos. Mais de 200 por cada brasileiro. Se olharmos em escala mundial, já desmatamos 6 árvores para cada habitante do planeta
- Dos 763 mil km2 de terras desmatadas, 16% estão abandonadas ou subutilizadas, por terem se tornado improdutivas.

Fontes: Agência Nacional de Águas, Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Instituto Nacional de Pesquisas da Espaciais, Naturalis Biodiversity Center, O Futuro Climático da Amazônia (Antonio Donato Nobre, INPE), Patricia Bulbovas (USP).

Nenhum comentário:

Postar um comentário